Conservando o Vinho Após Aberto

23/02/2016

A contribuição de Pasteur, em 1857, propiciou o entendimento científico da fermentação alcoólica, assim como do envelhecimento do vinho e suas enfermidades.

 

Enquanto o vinho está sendo produzido, principalmente durante a fermentação e após o estágio em madeira, o contato do vinho com o ar é necessário e até benéfico; porém, após engarrafado, o oxigênio passa a ser o seu maior inimigo.

 

Uma vez aberta a garrafa a oxidação será uma questão de tempo. Os vinhos mais encorpados e com mais álcool resistem um pouco mais. Mas, nenhum tipo de vinho conseguirá escapar da fase na qual se tornará impossível bebê-lo;

 

Como então retardar o processo de oxidação do vinho?

 

A maneira mais simples, é colocar a rolha de volta e guardando-a na geladeira. A refrigeração ajudará a retardar um pouco o processo de oxidação.

 

Existem no mercado vários acessórios destinados a conservar o vinho após desarrolhadas as garrafas. Um dos mais conhecidos é uma bombinha de sucção com tampas de borracha que funcionam como pequenas válvulas. Mas, mesmo assim, não é perfeito, vez que haverá a perda de aromas e demais características do vinho.

 O método mais profissional, usado na Adega Suíça e pela maioria dos restaurantes que costumam servir vinhos em taça, são câmaras de argônio, gás inerte que não altera a bebida, servido por meio de uma pequena mangueira dentro da máquina dosadora ByTheGlass. Este método só é viável comercialmente, sendo damasiadamente caro para utilizá-lo em casa.

 

Outro método caseiro que vale destaque é a utilização de meia garrafa (375ml), pois, se sobrou até metade de uma garrafa grande, transfira o conteúdo para essa menor, enchendo-a por completo e arrolhe-a sem deixar um gargalo. Dessa forma o vinho resistirá um pouco mais.

 

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www.adegasuica.com

 

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